A rotina de um seringueiro na era da borracha

Como era a vida do seringueiro na era da borracha? A Folha de Samaúma conta sobre a rotina dos seringueiros, que fazem parte da nossa história regional.

Chegando ao seringal, a primeira coisa era construir o seu tapiri, uma cabana rude de pau, cipó e folhagens; que lhe servia de moradia.

A abertura da picada era próxima atividade usando o facão e o machado ele abria uma espécie de estrada que percorria toda a área onde havia seringueiras.

Diariamente por volta das cinco horas da manhã, ele punha a caminho, sangrando às árvores e colocando as tigelinhas para onde o látex escorria. No fim da tarde, ele fazia todo o percurso de volta, despejando no latão o conteúdo das tigelinhas.

De volta ao tapiri e depois da coagulação do látex, fazia a defumação do líquido formando as bolas ou rolos de borracha. Sua jornada era mais de 14 horas de trabalho chegando então ao fim.

O trabalho dos seringueiros além de ser difícil, dava muito lucro naquela época.

Jornal Folha de Samaúma, 5ªed/maio 2008

Cultura, página 05

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